Destaques
01/10/2026
Campanha Escolha o Coop ganha ação conjunta no Nordeste
Iniciativa reuniu organizações estaduais de Sergipe, Pernambuco, Paraíba, Rio Grande do Norte e Alagoas para ampliar a visibilidade dos produtos cooperativistas nas redes sociais.
04/11/2026
Sistema OCB participa de celebração dos 40 anos da Confebras na Câmara
Sistema OCB destaca parceria e avanços que contribuíram para o fortalecimento do setor no Brasil em Sessão Solene na Câmara dos Deputados
Os 40 anos da Confederação Brasileira das Cooperativas de Crédito (Confebras) foram celebrados nesta quarta-feira (4), em sessão solene na Câmara dos Deputados, em Brasília. A cerimônia contou com a participação de parlamentares, dirigentes e representantes do cooperativismo de crédito, e reconheceu a trajetória da entidade, bem como sua contribuição para o desenvolvimento do setor no país.
Representando o Sistema OCB, a superintendente Fabíola Nader Motta participou da composição da mesa e destacou a parceria entre as duas instituições na defesa e no fortalecimento do cooperativismo de crédito. Em seu pronunciamento, ela ressaltou que o crescimento do segmento também é resultado de conquistas construídas ao longo dos anos, com articulação institucional e diálogo com o poder público. Kayo Magalhães / Câmara dos Deputados
Fabíola lembrou a dimensão alcançada pelo segmento, que reúne cerca de 23 milhões de cooperados, mantém mais de 10 mil pontos de atendimento e soma R$ 1 trilhão em ativos. Também chamou atenção para a presença das cooperativas em mais de mil municípios brasileiros onde são a única instituição financeira disponível à população.
“Se a gente teve esse crescimento, é também muito por conta das batalhas que lutamos aqui”, afirmou, ao mencionar a importância do trabalho realizado no Congresso Nacional para garantir avanços regulatórios. Entre eles, citou a Lei Complementar 130/2009, que estabeleceu as bases do Sistema Nacional de Crédito Cooperativo (SNCC), e a Lei Complementar 196/2022, responsável por modernizar aspectos de sua organização, governança e atuação.
A superintendente também destacou as pautas que seguem mobilizando o Sistema OCB e seus parceiros, especialmente a regulamentação da Reforma Tributária e a ampliação do acesso das cooperativas de crédito aos recursos dos Fundos Constitucionais. Segundo ela, a continuidade dessas conquistas depende da atuação conjunta com parlamentares, Banco Central e organizações que integram o ecossistema cooperativista.
Parceria que impulsiona o setor
Ao falar sobre a Confebras, Fabíola ressaltou a contribuição da entidade para a formação de lideranças, a disseminação de conhecimento e a integração das cooperativas. Para ela, a trajetória da Confederação se confunde com o próprio desenvolvimento do crédito cooperativo no Brasil.
“Esses parceiros acreditam no papel do cooperativismo de democratizar o acesso ao crédito, interiorizar os serviços financeiros e descentralizar a riqueza no Brasil. São eles que fazem a gente construir um movimento cada vez mais forte”, pontuou.
A celebração também foi uma oportunidade de reconhecer o trabalho de quem abriu caminho para o desenvolvimento do segmento. Fabíola parabenizou o fundador e primeiro presidente da Confebras, Ronaldo Scucato, atual presidente do Sistema Ocemg, e os demais pioneiros que apostaram na organização e no fortalecimento do cooperativismo de crédito.
Ao encerrar sua fala, a superintendente do Sistema OCB reafirmou a disposição da organização em seguir ao lado da Confederação na construção de novas conquistas. A mensagem acompanhou o tema escolhido para os 40 anos da entidade: Passado que inspira, futuro que coopera.
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04/11/2026
InovaCoop ajuda cooperativas a estruturar iniciativas de inovação
Plataforma do Sistema OCB oferece orientações e ferramentas práticas para superar esse desafio
Criar uma estrutura para a inovação pode ser mais simples do que parece. Definir responsáveis, organizar equipes e estabelecer prioridades são algumas das medidas que ajudam as cooperativas a transformar ideias em projetos concretos. Essas ações podem contribuir para superar um dos desafios identificados pela 3ª Pesquisa de Inovação no Cooperativismo Brasileiro, realizada pelo Sistema OCB com 1.340 cooperativas. O levantamento mostrou que 37,2% das organizações não possuem estrutura dedicada à inovação e, em 17,1% delas, ninguém é formalmente responsável pelas estratégias da área.
A falta de orçamento, apontada por 51,1% dos respondentes como a principal dificuldade para implementar iniciativas, reforça a importância de soluções acessíveis e adaptáveis à realidade de cada cooperativa. Nesse contexto, o InovaCoop oferece gratuitamente conteúdos e ferramentas que orientam desde a formação de equipes e a definição de responsabilidades até o planejamento e a execução de projetos. Com esses recursos, as cooperativas podem dar os primeiros passos para estruturar a inovação de maneira prática, aproveitando os conhecimentos e as condições de que já dispõem.
“Para ajudar as cooperativas nesse processo, o InovaCoop reúne conteúdos e mais de 100 ferramentas que apoiam diferentes etapas da inovação, da construção de uma cultura favorável a novas ideias à formação de equipes e à execução de projetos”, explica Guilherme Costa, gerente do Núcleo de Inovação e Inteligência do Sistema OCB.
A inovação começa na cultura da cooperativa
Criar uma cultura inovadora não depende apenas de tecnologia. Envolve estimular a participação dos colaboradores, incentivar a colaboração entre áreas e dar espaço para testar soluções, avaliar resultados e aprender com a experiência. Também exige lideranças dispostas a ouvir novas propostas e a incorporar melhorias à rotina da organização.
Para isso, o InovaCoop disponibiliza, por exemplo, o Guia Prático: 9 medidas para promover a cultura de inovação na sua cooperativa, com orientações para criar um ambiente que favoreça a criatividade e a participação. A proposta da publicação é ajudar as organizações a identificar oportunidades de melhoria e desenvolver ações que façam da inovação parte do trabalho cotidiano.
Equipes que transformam ideias em projetos
Outra frente importante é a organização de um time de inovação. Reunir profissionais de diferentes áreas permite combinar conhecimentos, ampliar perspectivas e identificar soluções para desafios do negócio. Para funcionar, a equipe precisa ter objetivos claros, responsabilidades definidas e acesso a recursos, capacitação e ferramentas adequadas.
A experiência de cooperativas mostra que há diferentes formas de organizar esse trabalho. A Santa Clara criou o InovaClara para incentivar ideias de melhoria, digitalizar processos e ampliar a automação. A Sicredi Pioneira desenvolveu o Complexo.lab, voltado à cultura de inovação, à educação e à conexão com startups. Já a Seguros Unimed implantou a célula Stormia para experimentar soluções e desenvolver melhorias em processos, produtos, canais e serviços digitais.
Os exemplos mostram que não existe um modelo único, o importante é começar. A estrutura deve considerar as necessidades e os recursos de cada cooperativa, além de contar com acompanhamento para avaliar o andamento dos projetos e os resultados alcançados. O InovaCoop também reúne orientações sobre como formar e manter equipes preparadas para conduzir essas iniciativas.
Ferramentas para sair da ideia e chegar à execução
Para quem quer começar, o InovaCoop oferece mais de 100 ferramentas aplicáveis a diferentes momentos da inovação. Os recursos ajudam a identificar problemas, gerar ideias, avaliar alternativas, planejar ações e desenvolver soluções.
A escolha depende do desafio que a cooperativa pretende enfrentar. Em vez de adotar uma ferramenta apenas por sua novidade, o ideal é utilizá-la partir de uma necessidade concreta e selecionar o recurso mais adequado para trabalhar nela. A partir daí, é possível testar possibilidades, acompanhar os resultados e ajustar o percurso.
“Esse processo não precisa começar com grandes projetos. Uma melhoria em um atendimento, a simplificação de uma atividade ou uma nova forma de organizar o trabalho podem ser pontos de partida. O importante é que as iniciativas tenham objetivos definidos e sejam acompanhadas para que os aprendizados orientem as próximas decisões”, pontua Guilherme.
Equilibrar as necessidades de hoje e as oportunidades de amanhã
A estruturação da inovação também passa pela capacidade de conciliar melhorias nos negócios atuais com a busca por novas oportunidades. Esse equilíbrio é conhecido como ambidestria organizacional.
De um lado, estão as mudanças incrementais, que aprimoram processos, serviços e resultados. De outro, iniciativas que podem abrir mercados, desenvolver novos produtos ou transformar modelos de negócio. As duas frentes precisam caminhar juntas: enquanto a cooperativa mantém a eficiência das operações, também se prepara para as mudanças do mercado.
Esse equilíbrio depende de lideranças capazes de definir prioridades e distribuir recursos entre as demandas presentes e os projetos de futuro. Uma estrutura organizada ajuda a acompanhar essas iniciativas e a avaliar sua contribuição para os objetivos do negócio.
“Com conteúdos, orientações e ferramentas disponíveis no InovaCoop, as cooperativas podem encontrar caminhos para organizar o trabalho, envolver suas equipes e criar condições para que a inovação deixe de depender de iniciativas isoladas e passe a integrar a gestão”, finaliza Guilherme.
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03/11/2026
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Documento reúne cinco eixos de atuação para transformar compromissos climáticos em ações concretas
Transformar compromissos climáticos em resultados concretos depende de soluções que cheguem a quem produz, trabalha e vive nos territórios. É com essa perspectiva que o Sistema OCB apresenta o Manifesto do Coop para a COP31, documento que reúne propostas do cooperativismo brasileiro para contribuir com a implementação da agenda climática global.
Com o tema Cooperação como caminho para a implementação da agenda climática, o manifesto reforça que é preciso avançar da definição de metas para a realização de ações concretas. “A próxima etapa das negociações internacionais exige justamente esse compromisso com a implementação, em sintonia com os princípios que orientam a Presidência da COP31: diálogo, consenso e ação”, destaca a presidente executiva do Sistema OCB, Tania Zanella.
O documento também dá continuidade ao posicionamento apresentado pelo cooperativismo na COP30, em Belém, quando o setor defendeu o verde como valor social e econômico; o clima como vetor de desenvolvimento; e as comunidades como foco das ações. Para o Sistema OCB, o desafio agora é ampliar as condições para que financiamento, inovação e tecnologia alcancem os territórios e fortaleçam soluções sustentáveis.
A contribuição do setor parte de uma estrutura já presente em diferentes regiões do país. São 4,4 mil cooperativas, 29 milhões de cooperados e 613,4 mil empregos diretos, com atuação em 3.425 municípios. Em 2025, as cooperativas movimentaram R$ 848,4 bilhões em ingressos e acumularam R$ 1,6 trilhão em ativos.
Eixos de atuação
As propostas estão organizadas em cinco frentes: segurança alimentar e agricultura de baixo carbono; acesso ao financiamento climático; transição energética; bioeconomia como vetor de desenvolvimento; e adaptação e mitigação de riscos climáticos.
Na agricultura, o manifesto defende o fortalecimento de práticas sustentáveis, a ampliação da assistência técnica e da pesquisa e o reconhecimento das particularidades dos sistemas produtivos tropicais. O documento também propõe ampliar o acesso das cooperativas a recursos climáticos, especialmente por meio do cooperativismo de crédito, que está presente em 59% dos municípios brasileiros e é a única instituição financeira em funcionamento em 1.072 cidades.
Na transição energética, a proposta é ampliar a participação das cooperativas na geração e distribuição de fontes renováveis, com melhores condições regulatórias e financeiras. Já na bioeconomia e na economia circular, o manifesto destaca o potencial das cooperativas para agregar valor à biodiversidade, fortalecer a reciclagem e gerar trabalho e renda a partir do uso sustentável dos recursos naturais.
O quinto eixo trata da adaptação às mudanças climáticas. Diante de eventos extremos, como secas e enchentes, o documento defende investimentos em infraestrutura resiliente, fortalecimento dos seguros climáticos e maior participação das cooperativas na elaboração e execução de planos de adaptação.
Da agenda global aos territórios
O manifesto reforça que a presença das cooperativas nas comunidades e em diferentes cadeias produtivas permite organizar iniciativas, disseminar conhecimento, facilitar o acesso a recursos e ampliar a escala de soluções sustentáveis.
“Defendemos que as políticas climáticas considerem as diferentes realidades dos territórios e aproximem financiamento, tecnologia e oportunidades de quem coloca as soluções em prática. O desafio climático é global, mas a implementação acontece localmente, e a cooperação tem papel fundamental nessa conexão”, finaliza Tania.
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SejaCoop
Quem é coop gera trabalho, ajuda a distribuir riquezas, facilita o acesso a crédito em melhores condições e muito mais! Ser coop é fazer parte de uma rede onde o ganha-ganha acontece o tempo todo.
Veja abaixo como você pode fazer parte desta transformação:
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Como constituir?
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Sobre Registro
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Entenda os Benefícios
Quem registra sua cooperativa na OCB tem muitos benefícios! Descubra todos!
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IDENTIDADE
Para o melhor funcionamento do modelo de negócios cooperativista fique atento à legislação aplicável às cooperativas, bem como os princípios e valores fundamentais.
GESTÃO E GOVERNANÇA
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desempenho
O Desempenho é um programa que possibilita avaliar e comparar os indicadores financeiros, contábeis e socioeconômicos possibilitando avaliar os números da cooperativa
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